Um olhar profundo sobre o espetacular XTERRA Brazil Amazon
Um Especial MundoTRI de 4 páginas, direto de Manaus
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O XTERRABrazil começou um dia antes da largada. Mais de 30 atletas e jornalistas participaram do XTERRA Munduruku, um grupo de atividades orientadas para o ensino de técnicas de sobrevivência no meio da selva amazônica. Os Munduruku eram uma tribo guerreira dominante no Vale dos Tapjós, com grandes habilidades de sobrevivência na selva, daà a inspiração para o treinamento. Os militares do CIGS (Centro de Instrução de Guerra na Selva) do Exército Brasileiro foram os responsáveis pelas atividades.
Após algumas horas de instruções e demonstrações, os participantes se dirigiram a um acampamento no meio da selva, onde pernoitaram. “Foi uma grande experiência. Acabei aprendendo muita coisa e conhecendo frutas e vegetais comestÃveis novos. A noite na selva assusta, a princÃpio, mas depois que se aprende básico, foi agradável dormir ouvindo todos os sons da Floresta Amazônica”, disse o editor o MundoTRI, Wagner Araújo, que participou do evento.

Deslocamento de barco
Às 5:00 da manhã do dia seguinte, quase 400 atletas se destinaram de Manaus para a Base de Instrução 4 (Pedro Teixeira) do CIGS do exército brasileiro, no meio da selva amazônica. Foram 20 minutos em lanchas conhecidas como “voadeiras”, cada uma levando cerca de 15 pessoas. As bikes foram levadas por uma grande embarcação do Exército, o ferry boat Uapé. Às 06:00 da manhã todos já estavam tomando café para a largada, que fora à s 08:00, quando o clima começa a esquentar na selva amazônica. Após organizarem suas bikes na transição, os atletas se dirigiram para a bandeira brasileira, onde todos repetiram a Oração do Guerreiro da Selva Amazônica:

Oração: "Sobrepujai todos os vossos oponentes!" Dai-nos hoje da floresta: A sobriedade para persistir, A paciência para emboscar, A perseverança para sobreviver, A astúcia para dissimular, A fé para resistir e vencer, E dai-nos também Senhor, A esperança e a certeza do retorno. Mas, se defendendo esta brasileira Amazônia, Tivermos que perecer, ó Deus! Que o façamos com dignidade E mereçamos a vitória! SELVA!"
Com uma bomba submarina, utilizada para afastar animais como piranhas e jacarés do local da natação, foi dada a largada do XTERRA Amazon à s 08:00 no belÃssimo percurso do “Quadrado Maldito”, área de treinamento onde é realizada a formação dos Guerreiros da Selva, o curso mais extenuante do Exército Brasileiro, onde, em média, apenas 50% dosa alunos chegam até o final.
Os 1.500m de natação foram realizados no Igarapé Mainã, no Lago do Puraquequara, um afluente do Rio Negro. A água escura assustava os competidores, que não podiam urinar na água devido ao Candiru, um peixe amazônico muito pequeno que é atraÃdo pela urina humana e pode penetrar pelo canal da uretra, mesmo quando se está roupas como maiôs ou sungas.

Instantes antes da largada, os atletas fizeram o "X" do XTERRA
Continua:














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