Perfil Sílvia Fusco

21/06/2011 por Enviar por e-mail Imprimir
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Tritar Rio de Janeiro

Tempo de Triathlon: Iniciei no Triathlon em 1999, como amadora. Profissionalizei-me em 2000 e continuo até hoje. Lá se vão 12 anos.

Como começou no esporte: Eu já fazia treinamentos de corrida em Araraquara, e conheci o Triathlon em uma prova em Ubatuba onde passava férias na casa de meu pai em 1998. Competi com uma bicicleta que sequer era adaptada e a partir de então iniciei o treinamento específico para o Triathlon que, no final da década de 90, não tinha a repercussão que tem hoje.

Principais conquistas: As conquistas estão elencadas em meu site: www.silviafusco.com, mas entendo que as principais tenham sido o Vice-campeonato Brasileiro de Triathlon Olímpico em 2001; o campeonato Paulista de Triathlon Olímpico em 2002 e 2003; o Vice-Campeonato Pan Americano em 2003; o 1º Lugar no Long Distance Pirassununga 2004; o Campeonato Brasileiro de Triathlon Olímpico em 2004; o 1º lugar no Homem de Ferro em 2004; a 4ª colocação no Long Distance de Du’Jura/FRA em 2006 e a 7ª colocação no Ironman Brasil em 2010. Mas tenho outras conquistas que adoro.

IMG 8858 Perfil Sílvia Fusco

Ponto forte e ponto fraco no Triathlon: Meu ponto forte sempre foi o ciclismo, principalmente em circuitos pesados (subidas). O ponto fraco é a natação, que tenho trabalhado muito para melhorar. A Rosana Merino tem me ajudado muito nos últimos tempos.

Como foi o ano de 2010 para você? 2010 não foi um ano muito fácil. Alterei meu centro de treinamento no final de 2009, depois de uma meningite que quase encerra minha carreira. Depois de 5 anos treinando em São Carlos, no Dahma, passei a treinar em Campinas com a Rosana Merino e a adaptação não foi fácil. Sofri demais com uma série de contusões, principalmente na panturrilha, o que me atrapalhou bastante, principalmente no final da preparação do Ironman e no segundo semestre. Consegui algumas boas colocações como o 5º lugar no Internacional de Santos, 3º lugar no Long Distance Caiobá, 2º lugar no Sesc Belém de Triathlon Olímpico, mas o 7º lugar no Ironman Brasil, dentro das circunstâncias me satisfez. Esse ano a preparação está sendo melhor.

Objetivos e provas em 2011: Tracei um primeiro semestre baseado no Ironman Brasil. Enfileirei uma série de Meio Irons do final de março ao início de abril como preparação, e acabei conseguindo bons resultados (3º lugar Brasileiro em Fortaleza e no GP Extreme e 1º lugar em Caiobá/PR). Espero estar bem preparada para o Ironman Brasil. O segundo semestre também deverá ser traçado com base em uma outra prova de Ironman (talvez Cozumel/MEX), mas só decidirei isso depois do Iron Brasil.

Quais as principais adversárias no Ironman Brasil 2011? Ainda não sei quais serão as estrangeiras que competirão, então fica um pouco complicado já apontar uma favorita, mas a grande maioria das estrangeiras é muito forte. No Brasil, as parceiras de RM Vanessa Gianinni e Ana Lídia Borba estão treinando bastante e merecem meu respeito. A Fernanda Keller, se confirmar presença, é sempre um destaque, além da Ariane Monticeli que vem em uma fase excelente e da Maria Soledad Omar que deu um show o ano passado.

Importância da parceria com a Santaconstancia: A Sta Constância é crucial para meu desenvolvimento neste ano. Ela me deu a oportunidade de fazer mais provas como preparação para o Iron Brasil e ter um pouco mais de tranquilidade para tanto. Eu agradeço demais a parceria, e meu principal resultado este ano, que foi a vitória no Long Distance de Caiobá, teve participação direta da Sta.

O que mais gosta nos tecidos da Santaconstancia? A maleabilidade do tecido permite uma adaptação imediata. Não encharca e mantém-se leve por toda a prova e treinamentos. Sinto-me bastante leve dentro dos tecidos da Sta.  Isso é primordial para quem pretende fazer uma boa prova de Longa Distância que é minha especialidade.

Como se vê no esporte daqui 5 anos? Já estou com 34 anos. Não tenho idéia se meu corpo suportará a carga excessiva de treinamentos por mais este período, mas enquanto suportar, vou levando. Certamente se não estiver competindo como profissional, daqui 5 anos estarei no Triathlon como amadora. Amo este esporte e não vou deixá-lo mesmo após o profissionalismo.

 

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