Tivemos acesso com exclusividade a uma carta que o Pai de Mariana Ohata - Milton Mikio Ohata – está encaminhando para alguns amigos por e-mail (com um anexo em Word) sobre o episódio da filha, reivindicando sua inocência e atacando a CBTri, confira o conteúdo:

“Com relação ao caso de doping envolvendo a minha filha Mariana Ohata, e na simples condição de um pai que está sofrendo muito por ver a filha sofrer mais ainda, e não poder fazer nada, assim como para evitar que distorçam os fatos, faço o presente relato público em sua defesa.
Primeiramente, acerca dessa punição, digo que foi a maior injustiça que se cometeu com um triatleta brasileiro, porque a Mariana Ohata é inocente, acima de tudo, mas também porque as pessoas que poderiam fazer algo por ela não o fizeram, não se considerando todo o seu passado em prol do triathlon nacional e internacional.
É muito cruel para mim e meus familiares, ver toda a sua carreira e uma vida dedicada integralmente ao triathlon, que ela tanto ama, ser enlameada da forma como está sendo.
Eu como pai, lamento profundamente o que está acontecendo, sobretudo, porque acompanhei a carreira dela desde o início, conheço-a como atleta e ser humano mais que ninguém, e sei que, propositadamente, conscientemente, ela jamais faria uso de doping ou se deixaria dopar para vencer uma prova.
Ela está sendo punida e foi punida no passado, injustamente, por terem encontrado em sua urina, ou que presumiram que era dela, substâncias que constam de rol de medicamentos proibidos pela WADA.
Em 2002, foi um medicamento denominado dietil propion, uma substância para emagrecimento encontrado, à época, em dois medicamentos brasileiros para esse fim.
A Mariana jamais os usou, até porque ela é magra, não precisava como não precisa até hoje, perder peso.
Outra razão para que ela não o usasse buscando alguma vantagem, é que o dietil propion, só faz efeito dopante, para provas de curtíssimas durações de tempo, e utilizado em grandes quantidades, que não foi o que se constatou no caso dela, pois a quantidade encontrada foi ínfima e não faria nenhum efeito numa prova de triathlon com mais de duas horas de duração.
Conjugue-se a isso, o fato de que, em momento algum, foi constatado por meio de exames apropriados como, por exemplo, o teste de DNA, se a urina era de fato dela.
No entanto, a CBTri, imponentemente, friamente e inconsequentemente, decidiu puni-la por 60 (sessenta) dias, por meio de um júri que ela constituiu, divulgando pomposamente aos quatro cantos a sua decisão, alegando garbosamente que a CBTri é uma entidade séria, limpa e que não pactua com doping, como se a Mariana de fato tivesse usado doping.
No mínimo absteve-se de fazer um julgamento mais profundo e sério da situação e de suas conseqüências futuras, não considerando o ser humano e a vida de uma triatleta dedicada com tanto sacrifício, dignidade e brilho ao triathlon nacional.
Um detalhe importante é que o Presidente da ITU à época, Senhor Less Mac Donald, em e-mail enviado à Mariana, sugeria que pela inoperância desse medicamento como fator dopante, esse caso deveria ser pura e simplesmente arquivado pela CBTri, como ele o faria se estivesse na alçada dele. Como esse caso ocorreu no Rio de Janeiro, e estava na jurisdição da CBTri, dirigia-se a ela apenas na condição de mero conselheiro, recomendando a ela que recomendasse isso ao seu Presidente.
Chega a ser até irônico tudo isso, mas são fatos verdadeiros que precisavam ser revelados ao público, pois a Mariana está sendo execrada com a pecha de ter usado doping.
Ë oportuno que se diga, que desde que iniciou sua vida no triathlon olímpico internacional, de 1996 até 2009, Mariana submeteu-se a diversos exames anti-doping, sem jamais ter sido constatado qualquer caso positivo, além desses dois casos no mínimo sui generis.
A situação de agora foi muito semelhante a anterior. Foi encontrado em sua urina, ou o que se pressupõe que era dela, uma substância denominada furosemida que é um diurético também proibido pela WADA.
A Mariana, igualmente, nunca usou esse medicamento, até porque diuréticos desidratam e fazem perder substâncias importantes e necessárias ao desempenho do atleta numa prova longa. Portanto, jamais a Mariana utilizaria um medicamento como esse para realizar uma prova de duas horas de duração com a intenção de levar qualquer vantagem sobre as concorrentes.
Cabe destacar que a ITU, enviou uma correspondência comunicando esse fato, tanto a Mariana quanto à CBTri, dando um prazo de cerca de duas semanas para que a CBTri se manifestasse por ela acerca dessa constatação. Todavia, a CBTri se omitiu mais uma vez, em que pese tantos e-mails e telefonemas da Mariana solicitando que a Entidade fizesse o que lhe era solicitado fazer.
Detalhe importante é que nessa carta, a ITU dizia que ela apenas estava comunicando a constatação, sem, contudo afirmar que a Triatleta havia violado uma regra antidoping. Por esse motivo, pedia inicialmente que a CBTri se pronunciasse a respeito, o que ela não fez.
Decorrido o prazo, a CBTri, por meio de e-mail enviado pelo seu Presidente e também por um diretor, simplesmente sugeriu a Mariana que procurasse um advogado para fazer a sua defesa, informando, ainda, que ela (CBTri) teria que divulgar esse fato com grande repercussão na mídia que poderiam prejudicá-la.
Ora, se isso não foi omissão, ou pelo menos descaso, e até com requintes de perversidade, pois não foram medidas as conseqüências que adviriam à Mariana, então penso que foi incompetência mesmo, e que há uma grande necessidade de mudanças na condução do triathlon nacional, que se encontra em efetivo declínio, e, como primeira medida, impedindo a perpetuação no cargo do atual presidente da CBTri.
Considerando que ela é reincidente, graças à atitude inconseqüente da CBTri anteriormente relatada, ela foi punida, repito injustamente, por seis anos, praticamente, banindo-a do triathlon olímpico.
Diga-se de passagem, a própria Mariana, antes mesmo que esse fato acontecesse, já havia decidido encerrar a sua carreira como triatleta olímpica, tendo em vista tantas dificuldades e dissabores enfrentados no triathlon brasileiro, para se dedicar a provas longas do iron man cuja condução, pelo menos no Brasil, é bem mais organizada.
Como pai dela, há tempos venho incentivando-a a parar com esse esporte que exige tanto dela e só lhe tem dado aborrecimentos.
Poucos sabem da luta permanente que os triatletas enfrentam diariamente para se manterem no esporte. Não tem sido fácil fazer as viagens, pois a CBTri nunca tem dinheiro, correr atrás de patrocinadores, treinar com total entrega em detrimento de sua vida pessoal e profissional e, tudo isso, somente com o apoio da família e de alguns patrocinadores que ainda acreditam nos triatletas brasileiros.
Penso, por fim, que a Mariana não tem do que se punir tendo em vista que sempre conduziu com dignidade e honestidade a sua brilhante carreira. Ela perde, pois sua reputação está sendo indelevelmente manchada, porém, penso que a maior perda é do triathlon olímpico nacional, que perde uma de suas maiores expressões, sob o olhar indiferente e, certamente, satisfeito, do seu principal dirigente.
Finalmente, cabe uma sugestão às autoridades esportivas para que revejam a forma de condução desse assunto tão sério e polêmico, reavaliando todos os procedimentos, desde a coleta do material, seu transporte e identificação, até as análises a serem realizadas, não apenas sob o aspecto bioquímico, mas considerando outros fatores inerentes e subjetivos voltados avaliar se houve dolo, visando, acima de tudo, não se cometer injustiças com os atletas, como no caso da Mariana. Um exame que deveria tornar-se obrigatório, antes de qualquer procedimento voltado a punição do atleta , é assegurar por meio de exame de DNA ou outros, se o material com base no qual se faz uma acusação de uso de doping, é de fato do atleta acusado.
Milton Mikio Ohata
Pai da Triatleta Mariana Ohata
Brasília, 07/10/2009.“
| Ofertas de triathlon | ![]() Celular Mp20 F035 Com Gps Gratis Wi Fi Tv 2 Chips 2gb Brinde Mais info» R$ 348.98 até 18x de 26.17 | ![]() Mp20 Celular Smartphone 2chips Mp15 E9000 Wifi Java Touch Tv Mais info» R$ 278.00 até 18x de 20.85 | ![]() Nokia N900 32gb 3g Wifi Gps Preto Lançamento Mais info» R$ 1,199.00 até 18x de 89.93 |
|---|---|---|
| Vitrine TecnoBlog |
Curioso….
Nenhum comentário em tema tão polêmico. Sempre admirei a Mariana Ohata, por sua performance e por sua simpatia. Mas o caso é muito estranho. Sugerir que houve a troca de amostra, me parece absurdo. O que é mais provável: um atleta usar uma substância proibida ou o laboratório trocar as duas amostras de Urina? Outra sugestão estranha: que a CBTRI se omitiu ou prejudicou uma das principais atletas brasileiras…Seria mais plausível culpar o governo dos EUA, que quer sabotar o Brasil, em seu projeto de tornar-se uma potência regional…rs.(se fosse no Governo Bush, colaria melhor ainda).
Por fim, Furosemida é usada para mascarar outras substâncias (por isso ela é proibida). Quem usa furosemida (que é comercialmente conhecido como Lasix) para perder peso (água) são atletas que competem em categorias por peso (judo, boxe). MAS ELA É ESTENDIDA AOS DEMAIS ESPORTES POR MASCARAR OUTRAS SUBSTÂNCIAS.
Logo, essa carta ai não faz o menor sentido. Só deixa ainda mais confuso algo que precisa ser esclarecido, para o eventual bem da Mariana (se ela não tiver culpa) e do Triathlon
Abraços
Eduardo Mariutti
Eu admiro muito a Mariana Ohata e sou Fã incondicional dela, e ninhuém tem o direito de julgá-la.
Mais uma coisa é fato, a CBTRI precisa urgentemente de uma diretoria com mais pró-atividade e vergonha na cara.
Em 2007 fui participar do Mundial de Alemanha em Hamburgo e para surpresa da delegação de atletas amadores, nenhum de nós estávamos inscritos, só conseguimos participar da Mundial porque uma brasileira que fazia parte do Staff da prova conseguiu inscrever todos. O “Sr. Presidente” apareceu no dia seguinte(após a prova) com a maior cara-pau, com uma taça de vinho na mão perguntando se estava tudo OK. o “cara-de-pau” se hospedou em dos hotéis mais granfinos da cidade, e, tudo isso com o dinheiro que deveria ser destinado para melhoria continua do Trathlon brasileiro.
O que me envergonha ainda mais e fato do Sr. Ministro do Esporte(apesar de recebido várias denúncias) ainda não fez nada por nós triatletas.
No Mundial da Vancouver no Canadá em 2008, também estive presente e, novamente nenhum apoio foi dado. Fiquei muito decpecionado ao ouvir comentários de um dos dirigentes da CBTRI criticar o grande um trialtleta brasileiro por não ter conseguindo sua classificação para olímpiada nessa prova. Isso mostra o despraparo dessas pessoas.
Oi Ademar.
Na verdade,a ITU tem o direito de julgá-la. E já o fez: a considerou culpada. E isso não tem nada que ver com a negligência da CBTRI.
Abraço, e parabéns por ter participado de dois mundiais.
Eduardo Mariutti
Isso parece piada, a atleta é responsável pelo seu controle de doping, no mínimo a Mariana foi negligente. Não se se sabem, mas o próprio atleta lacra a amostra. Outra coisa, a Mariana não representa tanto a ponto de ter um conspiração internacional contra ela. Por que o exame de Phelps, Bolt não dão positivo? Quando a Marion Jones perdeu SEIS medalahas de ouro olímpicas por doping ninguém culpou federação nenhuma, que não tem o dever de defender ninguém, pelo contrário, deve manter o esporte LIMPO.Ela que recorra aos meios legais, mas culpar os outros é demais.
Não sei de quem é a culpa. Mais acho que a Confederação Brasileira precisa cumprir seu papel no triathlon brasileiro.
Sabemos o quanto nosso esporte olímpico ainda não é essas maravilhas, em relação ao mundo do triathlon. Nosso melhores destaques não fazem parte alguma da Confederação como: Fernanda Keller, Alexandre borges e muitos.
Então é necessário rever a estrurua olímpica da cbtri. Olímpiadas de Londres esta ai logo e será cobrado resultados melhores do que a de Mariana Ohata.
Porque a mesma foi deixada de lado pela confederação brasileira? O que tem por trás disso? MP vamos fazer seu papel junto ao TCU.
Conforme o relato do pai da Mariana. Tem muita coisa que precisa ser esclarecido. Quanto o conhecimento da Mariana no meio olímpico, infelizmente foi barrado seu desenvolvimento para o mundo do triathlon olímpico. Acho que a Confederação Brasileira tem, realmente muita coisa para esclarecer. Não se pode abaixar a cabeça para os fator reais e principalmente jurídicos e isso a justiça com certeza vai saber. Agora só espero que não passamos vergonha com as crias da confederação, sem as desmerecer, mas precisam ainda melhorar muito e todos sabem que são o top do triathlon brasileiro e sim o top dos seus campeonatos e de suas federações.
Pelo amor de Deus, eu nunca ouvi tanta bobagem na minah vida! Leiam o regulamento anti-doping. A CBTri não ntem que defender ninguém, tem que controlar o doping. Po um acaso a Federação de Atletismo defendeu os atletas que foram flagrados neste ano? Não!!! Eles fizeram o que tinha que ser feito: banir os atletas!!! Repito: quando a Maion Jones foi flagrada a Federação americana não a defendeu para mante as SEIS MEDALAHAS DE OURO OLÍMPICAS. O papel da federação é outro, acordem!
Caríssimo Filipe Gomes, o que a vossa pessoa escreveu tem fundamento sim as regras, mas infelizmente a questão é o que a Excelentíssima Confederação Brasileira fez e esta oculta a tudo.
O que a ITU solicitou a digníssima CBTRI não obteve resposta alguma, então a Mariana foi condenada sem defesa.
Vamos ver o nosso triathlon olimpico nas olimpíadas de Londres.
Uma pena o fato ocorrido com a esta atleta. E agora como ficar o Triathlon Olimpíco brasileiro nas olimpíadas de 2012? Teremos substitutas a altura? Fica um alerta para a CBTRI, rever sua posição quanto a defesa desta atleta olímpica.
Até onde eu saiba houve contra-prova,também positiva. O que mais a CBTri poderia fazer? Acho interessante, pois a própria Mariana não se manifestou,por que ela não recorreu na WADA?
Concordo com o Filipe. Não faz sentido julgar a CBTRI (que ela poderia fazer mais pelo triathlon, é óbvio). Mas confederação nenhuma precisa defender atletas de acusação de doping (principalmente depois da contra-prova). Mas, no entanto, a malfadada carta surtiu parcialmente seu efeito: desviou as atenções para a CBTRI.
Bom, o fato é lamentável. Mas cabe ao atleta se defender.
A propósito…a Fernanda Keller é confederada sim.
Realmente a carta do pai da Mariana Ohata é um alerta, para o que acontece por trás de quem não faz o que a Confederação Brasileira de Triathlon quer. Então a questão é por que a CBTRI não se manifestou ao ITU? Será que vale a pena financeiramente ter Mariana Ohata em sua “EQUIPE”? Com certeza futuramente tudo vai vir a tona.
Quanto a Fernanda Keller a mesma já foi federada. Ela não precisa mais fazer parte da Confederação Brasileira de Triathlon.
Uma perda para o Triathlon Brasileiro!
Mariana Ohata é uma guerreria, determinada e que ama o triathlon.
Muitos atletas amadores e profissionais deixam de fazer provas vinculadas pela Cbtri, devido a falta de transparência e qualidade em seus eventos. Vejamos a discuta do tal campeonato brasileir com apenas 150 atletas competindo, enquanto outros eventos como Trofeu Brasil tem até 700 inscritos.
Nós atletas estamos muito preocupados com os resultado na próxima olímpiada. Claro que renovação é preciso mais, não se pode fazer politica, criar produto atleta na altura do campeonato. É preciso ter muita reponsabilidade nos jogos olímpicos. Não coloque a carga da qualidade do triathlon em quem esta inciando e sem experiência olímpica.
Alguém realmente acredita que a Cbtri tem alguma culpa pelo fato de a Mariana ter feito uso de doping? Pois o veredito oficial é esse: DOPING. Se ekla recorrer à WADA, quem sabe ela consiga provar a inocência (algo muito improvável).
Foi a Cbtri que deu o chazinho com anfetamina na primeira acusação?
Foi a Cbtri que deu furosemida, ou que trocou amostra da Mariana?
Se a Cbtri é positiva ou negativa para o Trithlon é uma questão importante. MAS QUE NÃO TEM NADA QUE VER COM ESSE CASO. Não sou nem nunca serei federado, confederado nem nada, pois sou AMADOR no pleno sentido da palavra. Mas gosto de esporte limpo, principalmente o esporte profissional.
A Mariana é mesmo um encanto de pessoa. Por isso talvez as pessoas abandonem a razão e passem a defender uma conspiração da Cbtri contra ela, presumindo a sua inocência. Ela foi declarada culpada pelas vias oficiais. Ou recorre, ou se retira e ASSUME A CULPA. Parece que ela escolheu a segunda opção.
Simples assim
Caro Eduardo, você tem razão.
Lembrando apenas que ainda tem muita coisa para ser esclarecido.
Acho que este fato ocorrido com a Mariaha Ohata, só vai prejudicar o triathlon olímpico brasileiro.
Infelizmente a Confederação Brasileira de Triathlon precisa urgentemente rever suas estratégias para formação da equipe permanete, pois todos sabem que os melhores dos melhores não estão mesmo em seus campeonatos. Precisa também rever atráves de suas federações como estão sendo seus campeonatos regionais.
Visito e participo de um forum: associacaodostriatletas, em seu Estado sede e vejo o quanto a federacacao capixaba esta desestrutura, sem credibilidade alguma com os atletas locais.
Então fica um alerta: Se em sua casa sede a coisa esta feia imagina no resto dos estados.
Fica aqui uma alerta para algo seja revisto em suas federações. Caso contrário só trará prejuizos para o triathlon olimpico brasileiro.
Com todo o respeito aos atletas q estão lá batalhando, e inclusive acho q eles estão usufruindo de um direito q os regulamentos dão para a formação de seleções, bem como outros beneficios. MAs não há duvidas que existe alguns atletas com condições técnicas que as vezes supera aos de alguns que vão somando pontos no ranking pois possuem patrocinadores e podem viajar e fazer mts etapas.
Queria saber se tem algum jeito da Mariana Ohata não ser punida?
Ela é uma grande atleta, vejo sua performance nas provas do trofeu brasil e cada vez mais ela se supera.
Realmente será uma grande perda para o triathlon olimpico, nas olimpiadas.
Mesmo clube…mesma substância…esporte diferente.
http://esporte.uol.com.br/ginastica/ultimas/2009/10/30/ult803u951.jhtm
A Daiane dos Santos também foi flagrada com Furosemida. E também é atleta do Clube Pinheiros.
O que se questiona neste caso é onde estão o principio constitucional da “presuncão de inocencia,da ampla defesa,do contraditório,etc”.Acusa-se condena-se acabam com a carreira do atleta e pronto.
Maysa, ela teve direito a todo o processo legal, inclusive contra-prova e o exame deu positivo em todas elas. Ela recorreu e perdeu em TODAS AS INSTÂNCIAS.